“Mais Maranhão e menos Brasília”, declaração de Hilton Gonçalo ganha destaque e repercute no Maranhão

O médico e ex-prefeito de Santa Rita, Hilton Gonçalo, voltou a movimentar o cenário político maranhense ao intensificar o uso da frase “Mais Maranhão e menos Brasília” em seus recentes discursos. A expressão, que já se tornou marca pessoal, resume a visão municipalista que tem guiado sua trajetória e passou a ser interpretada como um recado direto sobre o tipo de representação que ele defende para o Senado.
Embora não tenha sido lançada como slogan oficial, a frase ganhou corpo entre aliados e espectadores por sintetizar um sentimento crescente no estado: a cobrança por parlamentares que mantenham foco no Maranhão, independentemente do cargo que ocupam. Para Hilton, Brasília é o local onde as decisões acontecem, mas o Maranhão é a razão de cada voto, cada projeto e cada articulação.
Pessoas próximas ao médico afirmam que sua maior preocupação é evitar a distância que, historicamente, afasta senadores das suas bases eleitorais. A repetição da frase também tem sido vista como uma crítica à chamada “política de gabinete”, marcada por burocracias e ritos internos que, muitas vezes, emperram avanços para os estados.
Hilton Gonçalo defende que o papel de um senador vai além dos corredores do Congresso: exige presença constante nos municípios, diálogo com lideranças locais e atenção permanente às demandas da população, postura que marcou sua gestão em Santa Rita, muito próxima das comunidades e reforçada pela experiência como médico.
“Mais Maranhão e menos Brasília”, portanto, sintetiza esse modo de pensar: estar em Brasília quando necessário, mas manter o compromisso voltado para quem vive no estado. A frase, repetida de maneira espontânea em eventos políticos, se transformou em uma bandeira não oficial alinhada à trajetória do ex-prefeito e ao desejo de parte da população por um representante mais presente e conectado com a realidade local.
Com discursos mais firmes e a mensagem ganhando força, Hilton Gonçalo se consolida como uma voz municipalista num momento em que o Maranhão já começa a discutir, com intensidade crescente, o papel e a responsabilidade de seus futuros senadores.



