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Hipocrisia de Carlos Lula vem à tona no Maranhão ao usar morte de trabalhador para fazer discurso político

Na foto: Carlos Lula (PSB)

O deputado estadual Carlos Lula voltou a protagonizar polêmicas ao criticar o atual governador do Maranhão pela falta de valorização aos motoboys. O discurso, no entanto, revela uma contradição difícil de esconder: durante a pandemia da COVID-19, quando ocupava a Secretaria de Saúde do Estado, o próprio Carlos Lula nada fez pela população em geral e tampouco cobrou soluções dentro do governo do qual fazia parte.

Foi justamente na sua gestão à frente da Saúde que estourou o escândalo envolvendo o desaparecimento de respiradores, adquiridos a preço elevado e nunca entregues aos hospitais do Maranhão. O episódio, até hoje sem explicação clara, agravou ainda mais o caos vivido pela população nos meses mais críticos da crise sanitária.

Além disso, o então secretário foi acusado de utilizar a estrutura da pasta para se projetar politicamente, aproveitando-se da visibilidade em plena pandemia para viabilizar sua candidatura a deputado estadual. Eleito, passou a cobrar aquilo que, quando tinha poder e condições de resolver, simplesmente ignorou.

Agora, em mais um gesto de oportunismo, Carlos Lula usa a morte de um trabalhador, o motoboy assassinado no último final de semana em São Luís, para fazer discursos políticos. A postura atual, ao erguer a bandeira da defesa da categoria, soa mais como tentativa de capitalizar em cima da tragédia do que como preocupação genuína com os motoboys.

O contraste entre discurso e prática escancara a hipocrisia de um político que cobra dos outros aquilo que não foi capaz de oferecer quando teve a responsabilidade de agir.

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