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A CPMI que investiga suspeitas de fraudes em descontos de benefícios previdenciários determinou, nesta segunda-feira (22), a prisão em flagrante do ex-diretor financeiro Rubens Oliveira Costa.

A decisão foi proposta pelo relator Alfredo Gaspar (União) após o depoente apresentar contradições em suas respostas. Gaspar também destacou que Costa, na condição de procurador, movimentou mais de R$ 350 milhões em contas de empresas investigadas.

O presidente da comissão, senador Carlos Viana (Podemos-MG), chegou a suspender a oitiva para intermediar conversas entre a defesa e os parlamentares, mas as explicações foram consideradas insuficientes.

A prisão foi efetivada pela Polícia Legislativa por volta das 23h. O vice-presidente da CPMI, deputado Duarte Jr. (PSB-MA), também apontou divergências nas declarações de Costa durante a sessão.

O ex-diretor permaneceu detido até a madrugada desta terça-feira (23), sendo liberado às 2h41, após pagamento de fiança definida pelo delegado plantonista. Ele responderá à Justiça Federal.

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