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Fernando Fialho é escolhido suplente de André Fufuca; União Progressista fica neutra para o Governo

Fernando Fialho é filiado ao PSDB e também é sogro do deputado federal Juscelino Filho. (Foto: reprodução).

Após dias de negociações, União Brasil e Progressistas chegaram a um acordo na noite desta quarta-feira (5), poucas horas antes do encerramento do prazo para a realização das convenções partidárias. A definição encerra o impasse dentro da federação União Progressista sobre a composição da chapa ao Senado.

O ex-secretário de Estado do Desenvolvimento Social e ex-diretor da Agência Nacional de Transportes Aquaviários (ANTAQ), Fernando Fialho (PSDB), foi confirmado como primeiro suplente do deputado federal André Fufuca (PP), candidato ao Senado. A segunda suplência ficará com o Sargento Barbosa (PP).

Fernando Fialho é filiado ao PSDB e também é sogro do deputado federal Juscelino Filho, uma das principais lideranças da federação PSDB/Cidadania no Maranhão.

As divergências entre União Brasil e Progressistas surgiram após a tentativa de indicação da primeira-dama de Imperatriz, Perla Amaral (União Brasil), para a primeira suplência da chapa de Fufuca. A proposta, no entanto, não recebeu o aval da direção estadual do União Brasil, comandada pelo deputado federal Pedro Lucas Fernandes.

Durante as negociações, integrantes do União Brasil chegaram a discutir o lançamento de uma candidatura própria ao Senado, liderada pelo vereador de São Luís, Marquinhos, com a comunicadora Rejane Braga e o líder quilombola Chico como suplentes. A possibilidade foi descartada após o consenso em torno dos nomes de Fernando Fialho e Sargento Barbosa.

Também ficou definido que a federação União Progressista não apoiará oficialmente nenhuma candidatura ao Governo do Maranhão, mantendo posição de neutralidade na disputa entre Orleans Brandão (MDB) e Eduardo Braide (PSD). Apesar disso, André Fufuca e parte de seus aliados seguem declarando apoio à candidatura de Braide.

Já a federação PSDB/Cidadania deve firmar aliança com o Progressistas apenas na eleição para o Senado. Para a disputa pelo Palácio dos Leões, a orientação também será de neutralidade.

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