Solve for Tomorrow Brasil abre inscrições; programa da Samsung chega com novidades na edição 2026

Equipe do projeto BabaçuTech e
Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina
Professores e estudantes do Ensino Médio de escolas públicas de todo o Brasil têm até esta terça-feira (30) para se inscrever na 13ª edição do Solve for Tomorrow Brasil, programa global de cidadania corporativa da Samsung que incentiva o desenvolvimento de soluções inovadoras para problemas reais das comunidades por meio da abordagem STEM (Ciências, Tecnologia, Engenharia e Matemática). A participação é gratuita.
A edição de 2026 chega com novidades importantes. O número de equipes semifinalistas aumentou de 20 para 30, ampliando as oportunidades de participação. Além disso, o programa passa a reconhecer dez projetos vencedores em âmbito nacional, com dois vencedores em cada uma das cinco categorias de premiação: Destaque Nacional, Destaque Abordagem STEM, Destaque Relevância Científica, Destaque Impacto na Comunidade e Destaque Criatividade e Inovação. Também será escolhido um projeto pelo Júri Popular.
Segundo Helvio Kanamaru, Diretor de ESG e Cidadania Corporativa da Samsung para a América Latina, a ampliação das categorias acompanha a evolução do programa e busca reconhecer diferentes qualidades dos projetos desenvolvidos por estudantes e professores.
“O Solve for Tomorrow evolui a cada edição para ampliar seu impacto na educação. Em 2026, aumentamos o número de semifinalistas e criamos novas categorias de premiação para reconhecer ainda mais iniciativas que transformam a educação todos os dias”, afirma.
Podem participar equipes formadas por três a cinco estudantes do Ensino Médio da mesma escola pública, acompanhados por um professor orientador. Os alunos podem ser de turmas diferentes, desde que pertençam à mesma instituição de ensino. Professores de qualquer área do conhecimento podem orientar equipes, desde que contem com um professor parceiro das áreas de Ciências da Natureza ou Matemática.
As inscrições são gratuitas e devem ser feitas pelo professor orientador até esta terça-feira (30), no site https://solvefortomorrowbrasil.com.br. As equipes devem ser formadas por três a cinco estudantes do Ensino Médio de escolas públicas.
Mais do que premiar projetos, o programa oferece uma jornada de formação aos participantes. Durante o desenvolvimento das propostas, estudantes e professores têm acesso a mentorias, workshops, cursos, materiais educativos e uma área exclusiva de apoio no site oficial, fortalecendo competências como pensamento crítico, criatividade, trabalho em equipe e resolução de problemas.
Kanamaru destaca que o objetivo é reconhecer projetos que transformem conhecimento em impacto social. “Buscamos propostas que unem propósito, embasamento científico e aplicação prática dos conceitos de STEM, mostrando como a educação pode gerar soluções para desafios reais.”
Maranhão em destaque
Na edição de 2025, o Maranhão conquistou o primeiro lugar nacional com o projeto BabaçuTech, desenvolvido por estudantes do Instituto Estadual do Maranhão (IEMA), em São Luís. A iniciativa criou uma solução para auxiliar quebradeiras de coco babaçu no processamento do fruto, contribuindo para a geração de renda e valorizando uma atividade tradicional da região.

Para Helvio Kanamaru, o resultado demonstra o potencial da educação pública e da inovação desenvolvida nas diferentes regiões do país.
“O BabaçuTech nasceu da observação de uma necessidade local e mostra como ideias simples podem gerar grande impacto social. Esperamos que novas equipes do Maranhão e de todo o Brasil compartilhem seus projetos nesta edição.”
O diretor também reforça que os professores não precisam ter um projeto totalmente desenvolvido para participar. Segundo ele, muitas das iniciativas premiadas começaram apenas como uma boa ideia e foram aperfeiçoadas ao longo da jornada, com o apoio oferecido pelo programa.

Presente no Brasil desde 2014, o Solve for Tomorrow já envolveu mais de 185 mil estudantes, mais de 42 mil professores e cerca de 8 mil escolas públicas em todo o país. A iniciativa é coordenada pelo Cenpec e busca aproximar os jovens da ciência, tecnologia, engenharia e matemática por meio da aprendizagem baseada em projetos e da resolução de problemas reais das comunidades.



