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Maranhão sobe 21 posições em Ranking de Solidez Fiscal com gestão de Brandão

A solidez fiscal é o pilar fundamental para a competitividade e o desenvolvimento de longo prazo dos estados brasileiros. A classificação 2025 vem do Ranking de Competitividade do CLP Centro de Liderança Pública e revela ainda a variação ante o ano de 2022 início da gestão estadual

Em 1o lugar no ranking está o estado do Espírito Santo, na primeira posição desde 2020. Em 2022 ficou apenas no 2° lugar e subiu uma posição, refletindo uma ótima gestão fiscal.

Destaque Positivo: O Maranhão, ocupa agora, a 2a posição, registrou a maior evolução entre os estados brasileiros, subindo 21 posições ante 2022, refletindo avanços na gestão.

Atenção Necessária: Alagoas apresentou a maior queda, saindo do 3° para 17° lugar, recuando 14 posições, sinalizando desafios na sustentabilidade fiscal.

Estabilidade: O Rio de Janeiro se manteve estável na 24ª posição, com desafio em mudança na sua gestão.

Observando os dados em uma década, ante 2015:

Espírito Santo que é o primeiro lugar do país, mantinha o 2° lugar no ranking, dez anos atrás.
E o primeiro lugar há 10 anos era o Amazonas, que hoje ocupa a 8° posição.
O Rio Grande do Sul, que é o 27° lugar nacional atualmente, se posicionava em 25° lugar.

Manter o equilíbrio entre receitas e despesas é a base para garantir investimentos, serviços públicos de qualidade e a confiança de contribuintes e investidores.

Estados sem credibilidade fiscal acumulam dívidas, reduzem a capacidade e confiança de investimentos.

Para a classificação incluiu-se 9 indicadores: resultado primário, solvência, liquidez, gastos com pessoal, taxa de investimentos, planejamento orçamentário, regra de ouro, poupança corrente e dependência fiscal.

Do Observatório da Globosfera

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